Jogo | Basketball Online

sexta-feira, 19 março, 2010 | Autoria: And.Rey

Se você era do tipo de ODIAVA o joga­dor de bas­quete mais famoso da sua escola que tinha um nome maneiro e várias garo­tas lin­das, que você NÃO tinha, não pode dei­xar de jogar este jogo. Claro, o pri­meiro comen­tá­rio foi total­mente fan­ta­si­oso, não me levem a mal.

Bas­ket­ball é um jogo tão sim­ples que você vicia MUITO rápido. Usando uma mecâ­nica sim­ples, o jogo não passa de Geo­me­tria e Física, você deve mirar e cli­car, se tiver sorte e boa mira será uma bela CESTA. Não me inte­resso muito por jogos de esporte, mas Bas­ket­ball Online é MUITO mais legal e maior que o meu desin­te­resse por jogos de esporte. Por ser online, são várias pes­soas jogando com você e não CONTRA você. Quem fizer mais ces­tas, será o pri­meiro do Rank.

Coman­dos:
Mouse– Mirar e jogar a bola

(Cli­que na ima­gem para aces­sar o jogo)

Nerd tam­bém pode jogar Bas­ket­ball, ORA!

Nerdrops #35 — Desbravando unidades de medidas

terça-feira, 16 março, 2010 | Autoria: Time Nerdrops

Ok, Ok, joguem as pedras!

Depois de inú­me­ros pro­ble­mas téc­ni­cos nos últi­mos 3 dias, está no ar o pro­grama de número 35 do Ner­drops, que traz Gui­zaum, Luiz Sussi e Oli­ver Perez, jun­ta­mente a Edu­ardo Rurou­nikz, Gui­lherme Costa e Mari­ana Bon­fim (além da par­ti­ci­pa­ção de Rodrigo do Quarto Sinis­tro, do Jeri­mum Beta, na lei­tura de emails), em um diver­tido papo que abor­dou os prin­ci­pais assun­tos nerds da semana de 08 a 12 de março de 2010.

Saiba ao final deste podcast:

  • Quem chu­pou bonito o último Oscar.
  • Como anda o bolão para quem viverá o Capi­tão Amé­rica nas telonas.
  • Que série tem uma ter­ceira tem­po­rada anun­ci­ada, ape­sar da segunda ser fraca.
  • Como alon­gar um curta de game.
  • A nova medida para medir a atra­ção que uma mulher exerce.

Com­ple­men­tando o que foi dito no programa:

Emails com recla­ma­ções, suges­tões, elo­gios e dicas de even­tos para nerdrops@gmail.com ou nerdrops@nerdrops.com

 
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Ops, podcast mau! Sem donuts pra você!

segunda-feira, 15 março, 2010 | Autoria: Time Nerdrops

Fala galera linda  e ape­gada do meu cora­ção. Aqui é o Sussi …

Tive­mos uma série de difi­cul­da­des téc­ni­cas com o ser­vi­dor e seu upgrade de segu­rança (que nos der­ru­bou varias vezes esse fim de semana inclu­sive rese­tando a nossa senha e mesmo depois com a senha nova ainda tive­mos pro­ble­mas de autenticação). Sendo assim, NÃO tere­mos o nosso que­rido, amado e edi­tado Ner­drops nessa segunda.

Mas ama­nhã, sem falta, o meu, o seu, o nosso Ner­drops estará com cer­teza online e fun­ci­o­nando a 1000.

Agra­de­ce­mos a compreensão.

Time NERDROPS! =D

A maturidade e as mulheres nos games atuais

sexta-feira, 12 março, 2010 | Autoria: Guilherme Costa

Recen­te­mente bai­xei e joguei a demo de Bayo­netta, jogo da Sega que conta a his­tó­ria do embate mile­nar entre duas con­fra­rias de bru­xas, as Umbra Wit­ches e as Lumes Sages, e em um des­ses con­fron­tos acon­tece o apri­si­o­na­mento da per­so­na­gem prin­ci­pal, cha­mada Bayo­netta. Bom, a his­tó­ria não é muito o foco desse artigo, mas sim o que acon­tece durante o jogo. Por­que eu come­cei falando disso vocês vão ter idéia daqui há pouco.

A indús­tria dos games luta há um bom tempo para se des­ven­ci­lhar da ima­gem de “brin­quedo de cri­ança”, muito embora con­siga fatu­rar anu­al­mente mais do que a maior indús­tria de entre­te­ni­mento atual, o cinema. Só como exem­plo, Holywood fatu­rou cerca de 5 bilhões de dóla­res até o iní­cio de dezem­bro (logo Ava­tar não estava incluído), enquanto que na mesma época, a venda dos games já somava 15 bilhões de dólares.

E mesmo assim, ainda são con­si­de­ra­dos ítens infan­tis, e somente recen­te­mente come­ça­ram a enxer­gar os jogos como um meio de comu­ni­ca­ção efi­ci­ente e resol­ve­ram inves­tir em pro­pa­ganda den­tro dos jogos. Mesmo fatu­rando alto, existe muita resis­tên­cia em se abra­çar o mundo dos games como algo a ser levado a sério. Por­que isso acon­tece? É aqui que eu volto ao Bayonetta.

No game, a per­so­na­gem prin­ci­pal uti­liza o seu cabelo para fazer a sua pró­pria roupa, e tam­bém uti­liza o seu cabelo para invo­car alguns mons­tros em gol­pes espe­ci­ais. E sim, a per­so­na­gem fica nua, somente coberta por algu­mas fai­xas de cabelo. Na vez que joguei, não havia expli­ca­ção alguma sobre o por­que das rou­pas e dos espe­ci­ais serem fei­tos do cabelo da pro­ta­go­nista, e duvido seri­a­mente que alguma expli­ca­ção plau­sí­vel seja dada no desen­ro­lar da his­tó­ria. Ou seja, é uma opção da pro­du­tora ques­ti­o­ná­vel e total­mente desnecessária.

Invo­lu­ta­ri­a­mente, esse tipo de ati­tude reforça a idéia de que os games são para cri­an­ças e ado­les­cen­tes na puber­dade. Outro exem­plo é o Dead or Alive, que é até um bom jogo de luta, mas o seu paté­tico spin-off Extreme Beach Vol­ley­ball é outro exem­plo de game des­ne­ces­sá­rio. Se no momento da luta as per­so­na­gens femi­ni­nas já se apre­sen­tam bas­tante sen­su­ais, na vari­a­ção “praia” fica claro que o obje­tivo não é a luta ou o volley.

Mais um exem­plo sobre a bana­li­za­ção da ima­gem femi­nina, que não tem nada a ver com o jogo ser maduro ou para audi­ên­cias mais expe­ri­en­tes. Fazer um jogo maduro não é isso. Pode­mos ter jogos de temá­tica adulta sem ape­lar para vul­ga­ri­dade ou o sen­su­a­lismo exa­ge­rado. Ter um per­so­na­gem semi-nu não quer dizer que o jogo é maduro, e sim que é infan­ti­lóide. É a visão de um mundo adulto que uma cri­ança de 12 anos tem sobre a vida adulta, e mesmo assim tal­vez nem quem tem 12 anos con­corde com isso.

O bom exem­plo fica por conta de Mirror’s Edge, por exemplo.

Nele, a per­so­na­gem femi­nina é séria, com­pe­ne­trada e está envol­vida numa trama de cor­rup­ção e trai­ção, e em nenhum momento é tra­tada como um objeto.

Isso sim é tra­tar a ima­gem femi­nina com res­peito e colo­car as mulhe­res no mesmo pata­mar dos heróis masculinos.

Não sou con­tra a sen­su­a­li­dade das per­so­na­gens nos games, e inclu­sive que a dose usada em Unchar­ted 2 por exem­plo ficou per­feita, Chloe e Elena são exem­plo de mulhe­res que podem ser encon­tra­das na rua de tão reais elas são representadas.

É pos­sí­vel sim ter­mos jogos com um tema adulto, e isso não quer dizer que terá alguém pelado em cena. É muito mais pro­fundo criar uma situ­a­ção onde a mora­li­dade do pro­ta­go­nista seja colo­cado em che­que, e o joga­dor tenha que lidar com dile­mas de uma maneira mais pes­soal do que fazer um jogo com algu­mas mulhe­res per­fei­tas, mas inexistentes.

Criar games mos­trando que pode­mos ter rotei­ros madu­ros e inte­res­san­tes, com per­so­na­gens reais, sem ape­lar para vul­ga­ri­dade aju­da­rão a apa­gar a idéia de que games são ape­nas “jogui­nhos”, diver­são ou coisa de cri­ança, e pode pavi­men­tar o cami­nho para que games e seus refe­ri­dos con­so­les sejam vis­tas como pla­ta­for­mas de entre­te­ni­mento pode­ro­sas, capa­zes de riva­li­zar com o cinema e a tele­vi­são. Mas enquanto ati­tu­des como a dos pro­du­to­res de Bayo­netta exis­ti­rem, escada para dei­xar de ser algo fútil fica ainda maior. E ainda tere­mos que ouvir que isso é “jogo de criança”.

Pra que um recomeço?

quinta-feira, 11 março, 2010 | Autoria: Victor Rodrigues

Pois é, meus pou­cos porém fiéis lei­to­res, já estou de volta, e começo esse post de forma um pouco dife­rente. Começo envi­ando uma dica para a lei­tora Flá­via San­tos, que comen­tou no meu post ante­rior e pediu uma dica para come­çar a ler HQ.

Como não sei se ela che­gou a ler a res­posta nos comen­tá­rios, falo nova­mente sobre o que con­si­dero ser uma exce­lente dica para pri­meira lei­tura: Demo­li­dor – Homem sem Medo, que conta a ori­gem do herói cego da Cozi­nha do Inferno, que pos­sui uma nar­ra­tiva inte­res­sante e ilus­tra muito bem a dinâ­mica do rela­ci­o­na­mento entre Matt e Elektra.

Bem, como come­cei o post de forma dife­rente, decidi fazer um post dife­rente tam­bém, e apro­vei­tando que falei em pri­meira lei­tura, esse texto será sobre “reboot” para “atu­a­li­zar” ou rever­ter gran­des idi­o­ti­ces come­ti­das com os personagens.

Neste texto, vou falar espe­ci­fi­ca­mente de um per­so­na­gem que não mere­cia tan­tos rotei­ris­tas idi­o­tas escre­vendo suas his­tó­rias: o Homem-Aranha.

Por mais de 25 anos acom­pa­nho as his­tó­rias do “ami­gão da vizi­nhança”, e ape­sar de sagas indi­ges­tas (leia-se Saga do Clone), Peter Par­ker não mere­cia a mais nova faça­nha em sua car­reira, a temida “Um Novo Dia”. Mas vamos falar o porquê da minha indignação.

Após Peter Par­ker auxi­liar o Capi­tão Amé­rica, Homem de Ferro, Luke Cage, Demo­li­dor e Mulher-Aranha a impe­dir uma fuga em massa da Ilha Riker (se você mora em uma caverna ou nunca leu HQs, é a pri­são de segu­rança máxima para super­cri­mi­no­sos situ­ada em Nova York) enquanto bus­ca­vam res­so­ci­a­li­zar o Sen­ti­nela, o nerd mais caris­má­tico dos qua­dri­nhos foi con­vi­dado a inte­grar a nova for­ma­ção dos Vingadores.

Ao assu­mir um lugar na nova equipe, que ainda con­tou com a par­ti­ci­pa­ção de Wol­ve­rine e, pos­te­ri­or­mente, Ronin, Peter criou laços de ami­zade como nunca antes em sua vida de herói, fato com­pro­vado quando a casa de sua tia foi incendiada.

Enquanto bom­bei­ros e poli­ci­ais inves­ti­ga­vam o local, uma limu­sine das Indús­trias Stark apa­re­ceu com o pró­prio Tony, que levou Peter, MJ e Tia May para viver na Torre dos Vingadores.

Depois de muito tempo con­tando ape­nas con­sigo mesmo, o Homem-Aranha pas­sou a agir em equipe, a con­fiar, a ser grato pelas boas coi­sas que esta­vam acon­te­cendo em sua vida.

O ama­du­re­ci­mento de Peter foi tão evi­dente, que durante a Guerra Civil, mos­trou que não era mais um ado­les­cente con­su­mido pela culpa da morte do tio, e se posi­ci­o­nou pró-Registro, e aca­bou por rea­li­zar um feito que nem fora pedido pelos agen­tes gover­na­men­tais: reve­lou sua iden­ti­dade ao público, sem­pre apoi­ado por sua amada esposa Mary Jane e pela ines­ti­má­vel Tia May.

Após um con­fronto com o Capi­tão Amé­rica, Peter pas­sou a ques­ti­o­nar a esco­lha de se regis­trar, e pas­sou para o lado anti-Registro. Con­tudo, após sua iden­ti­dade ser reve­lada, mui­tos ini­mi­gos qui­se­ram se vin­gar, e um deles foi o Rei do Crime, que con­tra­tou um ati­ra­dor para ten­tar matar o herói.

Cli­que na ima­gem para vê-la maior

A bala des­ti­nada a Peter aca­bou acer­tando a Tia May, levando Par­ker em uma espi­ral de vin­gança, cul­mi­nando por uma das mais mara­vi­lho­sas seqüên­cias do Ara­nha, quando enfren­tou Wil­son Fisk den­tro da cadeia, des­pro­vido de seu uni­forme, fazendo o que o Demo­li­dor nunca fez, dando uma surra no vilão e o humi­lhando diante de um pre­sí­dio em rebelião.

Mas Tia May estava mor­rendo, e Joe Que­sada, editor-chefe da Mar­vel, não quis per­mi­tir que a fic­ção se apro­xi­masse demais da rea­li­dade e que a “vida” seguisse seu curso. Em uma deci­são, no mínimo, hor­ro­rosa, deci­diu “rever­ter” a reve­la­ção da iden­ti­dade de Peter, cri­ando a saga “Um Dia a Mais”.

Na saga, Mephisto (o diabo em pes­soa), ofe­rece ao Homem-Aranha uma esco­lha: Tia May seria salva e sua iden­ti­dade per­ma­ne­ce­ria em segredo, desde que ele acei­tasse sacri­fi­car seu amor por Mary Jane.

Desta forma, ao acei­tar o pacto com Mephisto, 18 anos de cro­no­lo­gia foram joga­dos pelo ralo, pois Peter nunca se casou com MJ, nunca reve­lou sua iden­ti­dade e nem pas­sou pelas trans­for­ma­ções da saga “O Outro”, onde abra­çou sua parte totê­mica (a forma mís­tica de uma aranha).

Que fique claro que não estou dis­cu­tindo a qua­li­dade das his­tó­rias de “Um Novo Dia”, pois a saga trouxe de volta os bons momen­tos de ado­les­cên­cia de Peter.

Mas fal­tou a pers­pi­cá­cia, a sen­si­bi­li­dade, do rotei­rista Joe Que­sada per­ce­ber que o sobre­nome de Peter é Par­ker, e não “Pan”.

Mesmo na fic­ção, um per­so­na­gem, ainda mais um tão impor­tante para a mito­lo­gia das HQs, pre­cisa crescer!

Diversão Nerd em São Paulo

terça-feira, 9 março, 2010 | Autoria: Aline Viana

Sou mora­dora da Cidade Mara­vi­lhosa e não troco a vista do mar por nada, mas uma coisa me deixa muito triste: não temos entre­te­ni­mento nerd na nossa cidade! Temos praias mara­vi­lho­sas e uma silhu­eta de mon­ta­nhas que se unem ao mar de uma forma poética…

Mas se você só fica da frente do PC e quando sai de casa é pra ir jogar RPG na casa do seu amigo e se orgu­lha do seu bron­ze­ado de escri­tó­rio, do que isso adianta?

Então, dei­xe­mos de lado toda a riva­li­dade que existe entre Rio de Janeiro e São Paulo e enca­re­mos os fatos: Que nerd não ado­ra­ria morar na “terra da enchente”?

É em Sampa que fica uma das melho­res lojas de qua­dri­nhos, RPG, card game, e itens afins: a Ter­ra­mé­dia. Além do espaço da loja pro­pri­a­mente dita onde você encon­tra os melho­res títu­los nerds de comic books e jogos diver­sos, a loja tam­bém dis­po­ni­bi­liza um espaço pras pes­soas se reu­ni­rem e joga­rem sem mai­o­res pro­ble­mas. Chega de levar esporro do guarda do shop­ping, né? Ou jogar no Bob’s da Consolação!

Tam­bém é onde acon­te­cem os mai­o­res even­tos nerds do país: Cam­pus Party (a maior lan house do mundo), Encon­tro Inter­na­ci­o­nal de RPG (que fez falta em 2009), RPG­Con (o novato no ramo), Anime Fri­ends (ota­kus), Anime Dre­ams (e mais ota­kus). É a maior con­cen­tra­ção de nerds por metro qua­drado. Dá pra conhe­cer todo tipo de gente e tomar mupy por um preço bem agra­dá­vel. Outra coisa que me revolta, não vende Mupy nem Melona no Rio de Janeiro. Um absurdo!

E como não falar do “bar mais diver­tido de São Paulo”? A Ludus Lude­ria pos­sui um acervo de mais de 500 jogos de tabu­leiro e moni­to­res muito bem trei­na­dos pra aju­dar em qual­quer duvida que você tiver, desde a esco­lha do jogo até nas regras. Vale muito a pena jun­tar um bom grupo de ami­gos, a diver­são é garan­tida! Além de pos­suir um car­dá­pio de jogos bem inte­res­sante, o car­dá­pio de comi­das e bebi­das é bem com­pleto e é tudo da melhor qua­li­dade. A Ludus Lude­ria tam­bém tem uma loja onde você pode encon­trar mui­tos dos jogos que estão dis­po­ní­veis pra jogar e pro­move cam­pe­o­na­tos periodicamente!

Apro­vei­tem, nerds pau­lis­tas. E sai­bam que eu morro de inveja de vocês.

Nerdrops #34 — Senhor nas Estrelas ou Guerra dos Anéis?

segunda-feira, 8 março, 2010 | Autoria: Time Nerdrops

Está no ar a edi­ção n.º 34 do Ner­drops, que traz Allan PoL­LaR, Gui­zaum, Oli­ver Perez, com os con­vi­da­dos Fred Yugo (Nowlo­a­ding) e Kodoji (tam­bém conhe­cido como o Fer­nando, o Rosa) para um bate papo sobre as notí­cias do mundo do entre­te­ni­mento da semana que foram des­ta­que nos meios de comu­ni­ca­ção dos dias 1º a 5 de março de 2010, com o habi­tual bom humor e as pia­das infa­mes do Oli­ver (breve em DVD).

Nesta semana, você deve ter em mente:

  • O apelo deses­pe­rado dos par­ti­ci­pan­tes para que mudem a maneira de dar nomes a fil­mes de zumbis.
  • Como o plá­gio de fil­mes de ter­ror não é bom como o plá­gio de podcasts.
  • O que a Dis­ney tem a apren­der com o a Globo.
  • Que o quinto filme de Velo­zes e Furi­o­sos pode tra­zer um emo­ci­o­nante racha de um Fusca com um Fiat 147.
  • Como um con­vi­dado do Ner­drops pode ficar tão con­tente com uma notí­cia de Big Bang The­ory que tro­cou Senhor dos Anéis por Star Wars.
  • Que cer­tos desas­tres como a 10ª tem­po­rada de Small­ville são inevitáveis.
  • Que Lind­say Lohan ainda tem seu apelo.

Com­ple­men­tando o que foi dito no programa:

Emails com recla­ma­ções, suges­tões, elo­gios e dicas de even­tos para nerdrops@gmail.com ou nerdrops@nerdrops.com

 
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The Nerdrops Times — Edição n.º 1

quinta-feira, 4 março, 2010 | Autoria: Time Nerdrops

Che­gou a pri­meira edi­ção do The Ner­drops Times, nova atra­ção do Ner­drops que traz uma com­pi­la­ção de várias péro­las de Oli­ver Perez, dia­gra­ma­das em uma forma bem suges­tiva, dei­xando as mais absur­das notí­cias do mundo nerd com um ar jornalístico.

Genial! Para ter acesso ao tama­nho ori­gi­nal, basta cli­car na figura.

Con­fira:

Nerdrops #33 — Engraçado como sempre, plagiando como nunca!

segunda-feira, 1 março, 2010 | Autoria: Time Nerdrops

“É plá­gio mesmo sendo melhor”?!

Mais copi­a­dor do que nunca, o Ner­drops chega na 33ª edi­ção tra­zendo as notí­cias do mundo nerd que foram des­ta­que na semana de 22 a 26 de feve­reiro de 2010, com Allan PoL­LaR, Gui­zaum, Luiz Sussi e Oli­ver Perez, além de Edu­ardo Rurou­nikz, dis­cu­tindo o que rolou nas área de cinema, qua­dri­nhos, TV e adja­cên­cias, com o bom humor de sempre.

No Ner­drops 33, você descobre:

  • Que Mark Mil­lar acha que pode ser Bryan Singer.
  • Como os empre­sá­rios de Hollywood deci­dem como serão as ondas de filmes.
  • Quais os pró­xi­mos locais a serem explo­di­dos por Michael Bay.
  • Como dis­cu­tir inde­fi­ni­da­mente sobre o iPad sem con­ven­cer ninguém.
  • O que pode virar um per­fil de Twitter.
  • Qual orga­ni­za­ção se acha dona do Cristo Redentor.
  • Que novo talento foi reve­lado por Sussi.

Para com­ple­men­tar o que foi dito no programa:

Emails com recla­ma­ções, suges­tões, elo­gios e dicas de even­tos para nerdrops@gmail.com ou nerdrops@nerdrops.com

 
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Nerdrops #32 — Gordos NOT Sobcontrollers

segunda-feira, 22 fevereiro, 2010 | Autoria: Time Nerdrops

“Este pod­cast está com excesso de peso. O senhor pode­ria se eje­tar, por favor”?

O 32º Ner­drops chega em mais uma semana tra­zendo as notí­cias do cinema, TV, games e outras cosi­tas más que foram des­ta­que na finada semana do car­na­val. De 15 a 19 de feve­reiro che­gam as notas que fize­ram o mundo nerd se movi­men­tar em meio a bun­das, pei­tos e outras mara­vi­lhas, comen­ta­das por Allan PoL­LaR, Gui­zaum, Luiz Sussi e Oli­ver Perez, acom­pa­nha­dos pela grande pre­sença de Edu­ardo Sales Filho, do Papo de Gordo e de Rubens Cava­lheiro, do Sob­Con­trol­lers.

Este cast elu­ci­dará as seguin­tes questões:

  • Quem é o cagão do cast.
  • Que heroína dos qua­dri­nhos é mais macho que o Gui­zaum, Luiz Sussi e Oli­ver Perez juntos.
  • Qual o método de Michael Bay para se mon­tar o story­bo­ard de um filme.
  • Por que a Koto­bukyia tem mais é que tomar no c$.
  • Que famoso cri­a­dor dos qua­dri­nhos pode brin­car de Onde Está Wally.
  • O perigo que é ofen­der o gordo errado.

Para com­ple­men­tar o que foi dito:

Emails com recla­ma­ções, suges­tões, elo­gios e dicas de even­tos para nerdrops@gmail.com ou nerdrops@nerdrops.com

 
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