
De cabelos espetados, cheios de cores e vocabulário próprio, em roupas que imitam os mais variados personagens de HQs, filmes, games, desenhos e mangás, os cosplays invadem os atuais eventos de cultura e roubam a cena em seus próprios shows imitando Batman, Super-Homem, Goku, Atena, ou (com perdão do trocadilho) um Coringa.

Solid Snake não poderia ir a um bar em São Paulo
Antes de qualquer coisa, a palavra “cosplay” é uma abreviação para “costume play” (“costume”: roupa/fantasia e “play”: atuar).
Ou seja, a pessoa se caracteriza como um personagem de algum livro, mangá, jogo ou filme que queira homenagear, representando a personalidade deste.
O “cosplayer” – palavra que designa a pessoa que pratica o cosplay – providencia materiais para a confecção de toda a “fantasia”, além de contar com ajuda de costureiras ou artesãos para montagem, e trabalha a interpretação, o figurino e até o cenário para ser mostrado ao público.
A prática tem origens distintas, que hoje se mesclam nos eventos de cultura, como Anime Friends (São Paulo), FanMix Con (Campinas) e Anime Festival (Minas Gerais).
Tudo começou nos Estados Unidos, dentro de uma das convenções de Star Wars e Star Trek mais famosas de todas, onde os primeiros relatos de Jedis apareceram ao público (ou quem sabe eram Sith?) e a segunda teoria é que o cosplay tenha surgido no evento japonês Comiket, ambos inspirados em personagens da década de 70 e 80 (difícil dizer, mas Patrulha Estelar seria um deles).
Hoje em dia, com a crescente de eventos japoneses, a prática se tornou comum entre os fãs ocidentais de se misturarem ao público e serem parados em todos os minutos para uma fotografia (eu mesmo já passei por isso).
Ainda sim, existem as pessoas que levam a prática a sério e entram em competições e desfiles de ‘fantasias’, disputando a vaga brasileira no torneio mundial, realizado todo ano no Japão.

Campeões japoneses
Em agosto, o World Cosplay Summit (WCS) reuniu representantes de 15 países diferentes, incluindo o Brasil, onde duplas se vestiam como os personagens e os interpretavam no palco.
O título de campeão de 2009 ficou para os japoneses Yuri e RiE com a encenação de uma cena de luta baseada no game e anime Sengoku Basara. É a primeira vez em sete anos de evento, que o país ganha o WCS.
Vida de cosplay é assim: passar meses produzindo as roupas e os ensaios para a apresentação oficial no Brasil e concorrer a uma vaga ao mundial no Japão, ou então se divertir ao lado dos amigos, posando para fotos e resistindo contra os fãs mais invejosos.






































Aaaah um dia… eu disse UM DIA, farei cosplay da Lulu do FF-X.
Huahauhauhau.
Ai eu caio da cama e acordo, pq era um sonho. xD
Quem sabe eu faça da Rikku. ^^
taew… sempre kis ser u ryuuko do DeathNote…
uma dia quem sabe né?
hushauhisuha
abração pro polaRRRRRrrrRRrrRRR
Kra cosplay e idiota demais coisa tosca esses caras nao crescem e acham que sao personagem fica tosco demais