Depois da descoberta desse elemento, muito já se tem feito e procurado fazer com ele, mas os cientistas da universidade de Berkeley na Califórnia estão pegando pesado nas pesquisas com o grafeno. Eles têm um projeto que visa acelerar as conexões com a internet, liderados pela equipe do professor de engenharia Xiang Zhang (não zoem com o nome dele): foi construído um aparelho capaz de elevar as transmissões da taxa de dados para até 100 terabits (pode fechar a boca agora).
Para fazer isso, eles revestiram um dispositivo ótico com grafeno e dessa forma foi possível desligar uma série de luzes, funcionando assim como um modulador de rede capaz de controlar o envio de pacotes de dados, com mais velocidade e mais informação.
O uso do grafeno torna-se vantajoso, já que se pode construir dispositivos em escala nanométrica, o que faz o consumo de energia ser bem menor que nos meios comuns. Outro ponto forte dele é a boa condutividade elétrica, garantindo um desempenho 10 vezes maior que o sistema atual.
Quer mais? Ele ainda consegue funcionar a frequências de até absurdos 500GHZ (apenas 499 GHZ a mais que os moduladores usados hoje), e por usar escalas tão pequenas podem ser feitos cabos muito finos. O professor Xiang complementou dizendo que com uma tecnologia assim, a transmissão de vídeos em 3D em Full HD pode ser feita em questão de segundos.
Quem sabe na Campus Party 50 a gente já não tenha 1TB de conexão, hein? (sonhar não paga).
Fonte: Tecmundo


































Podemos até ter uma conexão de 1Tb, mas éla vai continuar caindo