Recentemente, uma pessoa (vou logo dizendo que não é o Guizaum) vem dizendo que os vídeos que eu posto estão estragando a infância desta pessoa (relembrando que não é o Guizaum).
Hoje eu resolvi fazer uma coisa diferente: que tal se eu mostrasse para vocês um vídeo em que o Mario é um inútil e não salva o dia, a Princess Peach possui uma metralhadora e o vilão desta vez não é o Bowser e sim o Michael Jackson? Seria uma coisa não ofensiva e totalmente inusitada, não é?
você provavelmente não imaginaria que a doce “princessa pêssego” não seria capaz nem de pronunciar “a-r-m-a”… As aparências enganam, e muito! Desta vez são as mocinhas Peach e Daisy que salvam os bebês Mario e Luigi.
Ok, ok! Mas onde o Michael Jackson entra nesta história? Pow, se as princesas vão levar os bebês para passear, o que será que o Michael Jackson queria? A escova de cabelo da Daisy? Eu acho que não.
Vejam e tirem suas próprias conclusões. Vídeo em inglês.
E o Nerdrops #19 vem abrindo alas, trazendo os comentários nerds acerca das notícias do mundo do entretenimento que occorreram no período de 02 a 06 de novembro de 2009. Allan PoLLaR, Anapads, Guizaum, Luiz Sussi, Oliver Perez (agora na vinheta) e RoCCo (Fodacast) deixam o politicamente correto de lado e pulam de cabeça no terreno do nonsense.
Ao final deste programa, você saberá:
Que ator merece uma plaquinha Kick Ass em seu traseiro
Que participante do programa tem atração por coxas de personagens de videogame.
Que papel poderia ter Clovis Bornay em um filme de Cavaleiros do Zodíaco, se estivesse vivo.
Qual personagem de desenho animado é da turma do Sussi.
Como deixar os Supergêmeos ainda mais ridículos.
De que jeito se filmaria uma cena depois do fim de tudo.
Como tornar capas de quadrinhos brasileiras em jogos de sete erros.
A música é uma das mais importantes formas de manifestações culturais, e desde que os videogames alcançaram seu lugar no mainstream, as trilhas sonoras de jogos se tornaram cada vez mais importantes dentro do contexto musical.
Lembro de realmente perceber como as trilhas sonoras de determinados games se encaixavam com a situação pela qual eu passava. Era como se os compositores soubessem o que o jogador ia sentir, antes mesmo dos jogadores terem a chance de saber!
Sonic e Mario: trilhas sonoras marcantes
E não eram necessárias altas tecnologias em som para produzir músicas marcantes: o tema de Mario Bros, composto ainda na era 8 bits, é uma das músicas mais sampleadas, tocadas e adaptadas pelo mundo. Outra muito marcante, o tema da primeira fase de Sonic, Green Hill Zone, é capaz de despertar muitas emoções em gamers que já se encontram na casa dos 30 hoje.
Desde seus primitivos chips de som, até as técnicas mais atuais de som surround, as trilhas sonoras acompanham a evolução dos jogos eletrônicos. A escala de importância dessas obras cresceu a tal ponto, que se equiparou à definição dos gráficos, com verdadeiros especialistas em trilhas sonoras de filmes serem contratados para criarem a impressão musical do jogo.
Nomes como Harry Gregson-Willians (na série Metal Gear Solid), John Willians (em alguns jogos da série Star Wars) e Nobuo Uematsu (da série Final Fantasy) figuram entre os expoentes desta tendência.
Até o rei do pop compôs músicas para jogo
E por sinal, Michael Jackson (ele próprio) compôs as músicas de Sonic 3, para vocês terem uma idéia do grau de importância que a música e a trilha sonora tomou. E em questão de anos, as trilhas tomaram uma dimensão parecida com a do roteiro, dos gráficos e da diversão.
São dezenas de clássicos que inundam a memória dos gamers desde o primeiro momento em que foram executados nos seus jogos favoritos e que agora voltam ao Brasil em um espetáculo orquestrado, para delírio dos fãs.
Video Games Live é um espetáculo que une o tradicional e o moderno. Uma orquesta completa nos moldes tradicionais de cordas, sopros, metais, coral e percussão executa peças presentes em games, que são previamente selecionados no website do espetáculo.
Estão presentes trilhas de jogos como Metal Gear Solid, Mario Bros, Final Fantasy, God of War, Sonic, Halo, Megaman e muitos outros, e enquanto a música é apresentada, várias partes dos jogos são representadas no palco, seja com um Solid Snake descendo por uma corda, ou o Link partindo para resgatar a princesa Zelda.
Apresentação de cosplayers na VGL 2007
A experiência ainda é complementada com competições de cosplay, sessões de Guitar Hero, e exibições antes e depois do espetáculo. Para os fãs de games e suas trilhas sonoras, é uma experiência marcante e recompensadora. Para a família, é um espetáculo cultural fundindo várias formas de entretenimento digital moderno.
E de acordo com o portal MSN Brasil, a Video Games Live tem apresentações marcadas para o Rio de Janeiro (04/10 — Canecão), São Paulo (07/10 – HSBC Brasil), enquanto que as cidades de Salvador e Belo Horizonte já puderam conferir este belíssimo espetáculo. A organização do evento estima atrair cerca de 10 mil pessoas aos shows.
A sétima edição tem uma discussão com Allan PoLLaR, Guizaum, Luiz Sussi e Oliver Perez, que conversamsobre as notícias vindas diretamente do mundo do entretenimento entre os dias 10 a 14/08/2009.
Ao final desta edição você deverá ter ciência:
“Qual convidado” tem sérios problema envolvendo gravidade e cabelo.
Qual apresentador classifica tudo o que vê com as palavras “sombrio” e “tenso”.
Como contrabalançar boas produções cinematográficas.
Que ícone falecido deve encarnar uma versão diferente de Batman nas telonas.
Que corredor da São Silvestre vai ter um remake.
Que brinquedo deve virar filme de Hollywood.
Qual cena “tão polêmica” de Family Guy foi riscada da grade de programação da Fox.
Que controle facilitará a vida de garotos revoltados com tendências a inserir controles em certas cavidades.
Quanto custará um cartão postal enviado pelo iPhone aqui no Brasil.
O que é um MacGuffin.
O que fazer para alimentar os hobbits no Condado.
Um dos pontos altos, no que diz respeito ao marketing, foi o álbum duplo HIStory, debutado no ano de 1995. O disco, lançado pela Sony, teve a maior campanha publicitária da história da música com o investimento de 30 milhões de dólares! Foi algo grandioso, massivo.
Prova é o vídeo de quatro minutos a qual Jackson, acompanhado de soldados devidamente trajados, andam nas ruas fechadas como uma parada militar, tendo o astro ao centro e os militares marchando de forma coreografada, batendo os pés e literalmente levantando a poeira, girando as carabinas, etc.
Um verdadeiro frenesi acontece na cidade de Moscou, na Rússia. Explosões, holofotes, gritos, histeria pura, uma adoração quase a uma figura que beira a deidade musical. Fãs histéricos em cada ponta, desmaiando, com placas escritas ‘King of Pop’. Tudo isso ao mesmo tempo em que ocorria a construção de uma grandiosa imagem de metal do rei da música.
Ao centro da cidade, uma gigantesca surpresa. Todos olhando ao alto. Helicópteros sobrevoando e iluminando uma surpresa que em breve é revelada. As cortinas caem seguidas de explosões. Era a imagem de Michael Jackson, imponente, altiva, figura de idolatria. Veja o vídeo abaixo:
Mas apesar de toda campanha desenvolvida pela Sony, o álbum, musicalmente falando, não tem tanto destaque. As canções são boas, mas longe de marcarem como sucesso de outrora. Os singles são Scream, They Don’t Care About Us, Strange in Moscow, You Are Not Alone, Childhood e Earth Song.
Em Scream, que é o videoclipe mais caro do mundo (cerca de sete milhões de dólares!), acontece um dueto com Janet Jackson. O vídeo é bem legal, em preto e branco passando-se dentro de uma nave espacial com momentos bem legais, como ver a dupla em gravidade zero, jogando, dançando, enfim: obrigatório para os fãs. Para os marmanjos de plantão, Janet está maravilhosa no vídeo, com todo aquele couro apertadinho, e em ótima sincronia com o irmão. Prova é a coreografia vigorosa.
Uma rápida curiosidade são imagens de animes. Michael Jackson tinha um lado nerd!
Já a canção They Don’t Care About Us foi um marco na vida do cantor, e especificamente para os fãs brasileiros. A segunda versão se passava numa penitenciária americana, mas não falemos dela, e sim da realizada no Morro Dona Marta, no Rio de Janeiro, e em parte em Salvador, na Bahia.
Convenhamos, não é todo dia que o maior astro da música pop mundial visita uma comunidade de um país em desenvolvimento, e de quebra, grava um clipe dirigido por ninguém menos que Spike Lee!
A música, em minha opinião, é a que tem a melhor sonoridade. Uma mistura do ritmo característico do cantor com um plus: a batida frenética do Olodum. Impossível não acompanhar com os pés o compasso! Veja o vídeo aqui:
Stranger in Moscow é a canção mais relaxante do álbum. Com uma batida bem característica, tem um efeito calmante, quase catártico, que expurga emoções latentes, mas é disso mesmo que se trata a canção. A letra fala sobre solidão em Moscou, tida como a cidade silenciosa.
O vídeo em PB tem efeito slow motion, e ganha força principalmente quando a chuva cai nos personagens, o café derramado no restaurante, pombos voam e closes no semblante triste dos habitantes da cidade, por exemplo. Apesar da beleza plástica, há algo de melancólico, o que, pessoalmente, me incomodava um pouco.
Confira e tire suas conclusões:
You Are Not Alone. Esse sim deu o que falar. A começar sobre o casamento do Rei do Pop com a filha do Rei do Rock – Elvis Presley que deve ter se revirado no túmulo -, Lisa Marie Presley. Para muitos o casamento era de aparências, uma forma de marketing pessoal.
Para, digamos, provar que o envolvimento era verdadeiro, foi gravado o clipe, que mostra uma grande intimidade entre os dois, além de cenas de nudez. Um fato é que neste vídeo não houve espaço para danças, e o foco recai mais na melodia. O clipe mostra Michael cantando num teatro, mas sem platéia, com imagens intercaladas do casal em momentos mais sensuais. Lisa de costas e sem camisa, ou completamente nua, mas sem ocorrência de nudez frontal, com caras e bocas, mostrando a sensualidade da cantora. Ao final, ela se revelou profundamente arrependida de fazer tal vídeo.
Outro motivo de tanta controvérsia é o fato do cantor ser um anjo, uma imagem de adoração. Mas isso rende muita discussão, que não cabe aqui falar. Vejam :
Childhood foi tema de Free Willy II e a letra fala por si só: infância e tempos difíceis do cantor. Uma canção triste, daquelas que se pula de faixa ao ouvir o CD. O clipe mostra o que seria bem um complexo de Peter Pan, com crianças em barcos à vela voadores (menção ao universo da Terra do Nunca, que dá nome à famosa propriedade do astro), além de falar das retaliações que sofre pelo seu estilo de vida.
Ele diz na letra: “Antes de me julgar, tente me amar. Olhe dentro de seu coração e pergunte ‘você viu a minha infância’?… Tem sido meu destino compensar a infância que eu nunca conheci…”
Confira:
Earth Song é uma daquelas canções humanitárias, como Man in The Mirror, Heal The World e do projeto USA Africa, We Are The World. Belíssima canção e o vídeo clipe também. Fala sobre desmatamento, extermínio de animais, guerras, enfim, fala de causas ambientais e sociais. Basicamente a mensagem é: Fo$@ com a natureza, e ela Fo$& dez vezes mais com você.
Vale muito a pena dar uma olhada:
Blood On The Dance Floor e Invincible
Infelizmente os álbuns seguintes Blood On The Dance Floor e Invincible não emplacaram grandes sucessos, e para muitos (inclusive a mim para mim), aquilo foi o estalo de que Michael Jackson que conhecíamos não estava mais lá. Foi preciso isso para crer que a carreira tinha praticamente encerrado, quando muitos já acreditavam nesse fato anos antes.
Na mesma época do álbum Blood On The Dance Floor, o lançamento do clipe You Rock My World. Houve a participação do irritante Chris Tucker (de A Hora do Rush), Billy Drago (eterno vilão de filmes B), e do ilustríssimo Marlon Brando como um chefão do crime e inimigo de Jackson no vídeo e Michael Madsen de filmes como Cães de Aluguel e Kill Bill Volume I e II. O clima lembra os gangsters dos anos 50 com as roupas, ambiente de casas noturnas, paletós e chapéus. As danças são um prato cheio! Vejam:
Um mini filme de trinta e cinco minutos chamado Ghosts, uma espécie de releitura de Thriller, escrito por Stephen King e dirigido por Stan Winston foi realizado. Teve até mesmo estréias em cinemas europeus, mas apesar dos nomes envolvidos, nada houve que despertasse o furor de outrora.
Assistam:
Últimos Trabalhos
Como forma de resgate musical, houve o lançamento do álbum comemorativo dos vinte e cinco anos de Thriller. Versões remixadas das faixas compõem essa edição. Há quem diga que algumas mudanças engrandeceram as canções. Confesso que não ouvi, e não tenho pressa em escutar. Chamem-me de quadrado, antiquado, mas esse sou eu, sem pressa de ouvir algo que estará lá me esperando.
Para comemorar o aniversário de 50 anos, a SonyBMG lança King Of Pop, mais uma coletânea, e em seguida anuncia a programação de cinqüenta shows que teria início em 13 de julho de 2009, turnê essa chamada This Is It. As apresentações seriam no O2 Arena, na Inglaterra, Londres. Cerca de 750 mil ingressos foram vendidos em cinco horas apenas pela internet. O público acreditava que Michael faria algo memorável por mais uma vez.
Confiram dois vídeos de ensaios e audições dessa última turnê:
Infelizmente, com o trágico ocorrido, a morte do ídolo de uma legião de fãs, impossibiliou-se o que seria o que eu e muitas pessoas aguardavam ansiosamente: o verdadeiro retorno do maior astro em mega apresentações.
Ao decorrer da vida do astro não faltaram especulações, e como não poderia deixar de ser o mesmo em relação ao falecimento. Não importa: muitos vão perguntar a forma como ele morreu e a mídia fará sensacionalismo, sempre!
Mas eu prefiro lembrar a forma como ele viveu intensamente nos palcos e mensagens nas músicas. A verdade é única: MICHAEL JACKSON É FODA!
Mike L. Mayfield, dos cidadãos conta a segurança dos óculos, teve a geniosa idéia de criar uma animação do Rei do Pop em um novo Punch-Out!: Michael Jackson’s Punch-Out!
Na animação, ao invés de Little Mac, o lutador “baixinho” é o “ETERNO ESQUECIDO” Macaulay Culkin, o Big Boss não é o King Hippo, mas sim o Rei do Pop Michael Jackson. E não pense que você verá aquela figura gorda de bigode dizendo “3, 2, 1, FIGHT!” o juiz dessa vez é o primata “Bubble the Chimp”.
Além de ver Michael Jackson levando uma porrada, você ainda tem o gostinho de sentir novamente a sensação de jogar Myke Tyson’s Punch-Out!, sem dúvida um dos melhores jogos do NES.
E não pode faltar o “Thriller”, ahh, vou parar de falar, vejam!
Saudações, caros nerds! A terceira edição do Nerdrops vem chegando com tudo, trazendo Anderson Argentoni, Guizaum, Luiz Sussi, André Majin e Slash/Rick (ambos do Nowloading)conversam sobre as notícias do ramo do entretenimento que foram ao ar entre 13 a 17/07/2009.
Ao final desta edição você saberá:
Qual integrante do podcast passou por uma cirurgia de mudança de sexo.
Que personagem de filme infantil teve um passado negro.
Como dançar será útil nos sistemas de segurança bancária no futuro.
Que participante sabe como um iPhone pode ser confortável em orifícios.
Que ilustre ser humano deseja conseguir a incrível marca de arruinar duas gerações de sua família!
Para complementar o que foi dito no programa:
Na leitura de e-mails:
2 girls, 1 finger (Advertência: conteúdo pode ser considerado ofensivo!)
Estava sentado em minha cama, há duas semanas, lendo, quando minha noiva me ligou, dizendo “Michael Jackson morreu”. Confesso que minha reação foi de espanto, como também de uma certa tristeza, afinal, mais um ícone da minha infância “oitentista” havia ido embora, e talvez uma das mais influentes. Com certeza, a maioria dos fãs ou ex-fãs não pensaram em todas as controvérsias que cercaram sua vida nos últimos anos.
Agora, quando penso em Michael, não vou pensar em processos ou acusações ou cirurgias cosméticas desastrosas. Não penso em entrevistas estranhas ou esqueletos de homem elefante ou câmaras hiperbáricas de sono ou irresponsabilidade com bebês ou qualquer outra coisa bizarra que transformou aquele homem em uma piada, um show de horrores. Não! A primeira coisa que vem à mente quando penso em Michael Jackson é o gigantesco sucesso que ele fazia quando eu era pequeno. Ele era uma instituição, um homem cuja imagem e música eram inexplicáveis na década de 80. Ele pertence ao mesmo patamar de Star Wars, G.I Joe, e , sim, Pac-Man.
Para mim, a verdadeira contribuição de Michael com games não veio na forma dele estrelando Moonwalker ou suas contribuições musicais para Sonic 3. Não. Como todas as coisas que lembramos melhor, seu maior impacto em games era mais efêmero.
É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem. Michael era um gigante comercial que brilhava ao mesmo tempo que os videogames, e o que mais me ataca sobre a morte dele é que marca outro pedaço da cultura Arcade que foi perdido para sempre. Para qualquer um crescendo entre a década de 80 e 90, a música de Michael Jackson (especialmente, todos os hits de Thriller) se tornaram trilha sonora para ir aos fliperamas. Se você estivesse jogando Moon Patrol ou Dragon’s Lair, as chances eram grandes de que “Wanna Be Startin’ Something” estar tocando ao fundo.
A popularidade de Jackson era tanta, que sua influência permeou o mundo gamer da época, tanto através do seu envolvimento direto, suas composições musicais, ou suas pequenas sátiras. Ainda, o que mais lembro sobre ele é que sua música se tornou um componente essencial da textura dos arcades de Sonic, junto com um Pac-Man a beira da morte, ou a fase inicial da Galaga. Seu lugar na história gamer é a incubadora que ele proveu para milhões de crianças da época, inclusive eu.
Na semana retrasada, um dos maiores ícones da minha infância morreu, e isso é uma verdadeira pena.
Eis aqui uma árdua tarefa: escrever sobre o maior astro da música pop mundial, Michael Jackson.
Declaro que sou fã confesso do trabalho dele. Para mim, especialmente na minha infância, não se tratava apenas de um artista, mas parte da minha existência, assim como de muitas pessoas ao redor do globo.
Em 1958, em Gary, Indiana, nascera Michael Joseph Jackson, homem que talvez estivesse predestinado a mudar a vida de muitos pelo dom da palavra, por meio de suas composições que atingiam o cerne da alma humana, e influenciar musicalmente um grandioso número de artistas.
É com muita alegria que trazemos até vocês a primeira edição do Nerdrops! Neste programa, Allan Pollar, Guizaum (gravando diretamente do palco de algum conflito armado), Luiz Sussi (excitadíssimo) e Tato Tarcan (weRgeeks.net) discutem muitas das notícias do mundo do entretenimento no período de 29/06 a 03/07/2009.
Ao final desta edição você deverá saber:
Que filme revolucionará o cinema com a técnica “Fast Foward”.
Que bruxinha desperta os sentimentos paternais (ou não) de Tarcan, que aliás anda mais famoso do que nunca.
Qual filme dá direito a dois “continues”.
Quem é o (não) integrante do podcast que tem problemas com tecnologia.