Posts com a Tag ‘Michael Jackson’

Vídeo | Michael Jackson invade o jogo do Mario

quarta-feira, novembro 11th, 2009

Recen­te­mente, uma pes­soa (vou logo dizendo que não é o Gui­zaum) vem dizendo que os vídeos que eu posto estão estra­gando a infân­cia desta pes­soa (relem­brando que não é o Guizaum).

Hoje eu resolvi fazer uma coisa dife­rente: que tal se eu mos­trasse para vocês um vídeo em que o Mario é um inú­til e não salva o dia, a Prin­cess Peach pos­sui uma metra­lha­dora e o vilão desta vez não é o Bow­ser e sim o Michael Jack­son? Seria uma coisa não ofen­siva e total­mente inu­si­tada, não é?

você pro­va­vel­mente não ima­gi­na­ria que a doce “prin­cessa pês­sego” não seria capaz nem de pro­nun­ciar “a-r-m-a”… As apa­rên­cias enga­nam, e muito! Desta vez são as moci­nhas Peach e Daisy que sal­vam os bebês Mario e Luigi.

Ok, ok! Mas onde o Michael Jack­son entra nesta his­tó­ria? Pow, se as prin­ce­sas vão levar os bebês para pas­sear, o que será que o Michael Jack­son que­ria? A escova de cabelo da Daisy? Eu acho que não.

Vejam e tirem suas pró­prias con­clu­sões. Vídeo em inglês.

Nerdrops #19 — Não fui eu, foi o meu Surrogate!

segunda-feira, novembro 9th, 2009

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Cui­dado com o fio terra da Anapads!

E o Ner­drops #19 vem abrindo alas, tra­zendo os comen­tá­rios nerds acerca das notí­cias do mundo do entre­te­ni­mento que occor­re­ram no período de 02 a 06 de novem­bro de 2009. Allan PoL­LaR, Ana­pads, Gui­zaum, Luiz Sussi, Oli­ver Perez (agora na vinheta) e RoCCo (Foda­cast) dei­xam o poli­ti­ca­mente cor­reto de lado e pulam de cabeça no ter­reno do nonsense.

Ao final deste pro­grama, você saberá:

  • Que ator merece uma pla­qui­nha Kick Ass em seu traseiro
  • Que par­ti­ci­pante  do pro­grama tem atra­ção por coxas de per­so­na­gens de videogame.
  • Que papel pode­ria ter Clo­vis Bor­nay em um filme de Cava­lei­ros do Zodíaco, se esti­vesse vivo.
  • Qual per­so­na­gem de dese­nho ani­mado é da turma do Sussi.
  • Como dei­xar os Super­gê­meos ainda mais ridículos.
  • De que jeito se fil­ma­ria uma cena depois do fim de tudo.
  • Como tor­nar capas de qua­dri­nhos bra­si­lei­ras em jogos de sete erros.

Para com­ple­men­tar o que foi dito no programa:

Email com recla­ma­ções, suges­tões, elo­gios e dicas de even­tos para nerdrops@gmail.com ou nerdrops@nerdrops.com.

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Video Games Live no Brasil

sexta-feira, outubro 2nd, 2009

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A música é uma das mais impor­tan­tes for­mas de mani­fes­ta­ções cul­tu­rais, e desde que os vide­o­ga­mes alcan­ça­ram seu lugar no mains­tream, as tri­lhas sono­ras de jogos se tor­na­ram cada vez mais impor­tan­tes den­tro do con­texto musical.

Lem­bro de real­mente per­ce­ber como as tri­lhas sono­ras de deter­mi­na­dos games se encai­xa­vam com a situ­a­ção pela qual eu pas­sava. Era como se os com­po­si­to­res sou­bes­sem o que o joga­dor ia sen­tir, antes mesmo dos joga­do­res terem a chance de saber!

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Sonic e Mario: tri­lhas sono­ras marcantes

E não eram neces­sá­rias altas tec­no­lo­gias em som para pro­du­zir músi­cas mar­can­tes: o tema de Mario Bros, com­posto ainda na era 8 bits, é uma das músi­cas mais sam­ple­a­das, toca­das e adap­ta­das pelo mundo. Outra muito mar­cante, o tema da pri­meira fase de Sonic, Green Hill Zone, é capaz de des­per­tar mui­tas emo­ções em gamers que já se encon­tram na casa dos 30 hoje.

Desde seus pri­mi­ti­vos chips de som, até as téc­ni­cas mais atu­ais de som sur­round, as tri­lhas sono­ras acom­pa­nham a evo­lu­ção dos jogos ele­trô­ni­cos. A escala de impor­tân­cia des­sas obras cres­ceu a tal ponto, que se equi­pa­rou à defi­ni­ção dos grá­fi­cos, com ver­da­dei­ros espe­ci­a­lis­tas em tri­lhas sono­ras de fil­mes serem con­tra­ta­dos para cri­a­rem a impres­são musi­cal do jogo.

Nomes como Harry Gregson-Willians (na série Metal Gear Solid), John Wil­li­ans (em alguns jogos da série Star Wars) e Nobuo Uematsu (da série Final Fan­tasy) figu­ram entre os expo­en­tes desta tendência.

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Até o rei do pop compôs músi­cas para jogo

E por sinal, Michael Jack­son (ele pró­prio) compôs as músi­cas de Sonic 3, para vocês terem uma idéia do grau de impor­tân­cia que a música e a tri­lha sonora tomou. E em ques­tão de anos, as tri­lhas toma­ram uma dimen­são pare­cida com a do roteiro, dos grá­fi­cos e da diversão.

São deze­nas de clás­si­cos que inun­dam a memó­ria dos gamers desde o pri­meiro momento em que foram exe­cu­ta­dos nos seus jogos favo­ri­tos e que agora vol­tam ao Bra­sil em um espe­tá­culo orques­trado, para delí­rio dos fãs.

Video Games Live é um espe­tá­culo que une o tra­di­ci­o­nal e o moderno. Uma orquesta com­pleta nos mol­des tra­di­ci­o­nais de cor­das, sopros, metais, coral e per­cus­são exe­cuta peças pre­sen­tes em games, que são pre­vi­a­mente sele­ci­o­na­dos no web­site do espetáculo.

Estão pre­sen­tes tri­lhas de jogos como Metal Gear Solid, Mario Bros, Final Fan­tasy, God of War, Sonic, Halo, Mega­man e mui­tos outros, e enquanto a música é apre­sen­tada, várias par­tes dos jogos são repre­sen­ta­das no palco, seja com um Solid Snake des­cendo por uma corda, ou o Link par­tindo para res­ga­tar a prin­cesa Zelda.

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Apre­sen­ta­ção de cos­players na VGL 2007

A expe­ri­ên­cia ainda é com­ple­men­tada com com­pe­ti­ções de cos­play, ses­sões de Gui­tar Hero, e exi­bi­ções antes e depois do espe­tá­culo. Para os fãs de games e suas tri­lhas sono­ras, é uma expe­ri­ên­cia mar­cante e recom­pen­sa­dora. Para a famí­lia, é um espe­tá­culo cul­tu­ral fun­dindo várias for­mas de entre­te­ni­mento digi­tal moderno.

E de acordo com o por­tal MSN Bra­sil, a Video Games Live tem apre­sen­ta­ções mar­ca­das para o Rio de Janeiro (04/10 — Cane­cão), São Paulo (07/10 – HSBC Bra­sil), enquanto que as cida­des de Sal­va­dor e Belo Hori­zonte já pude­ram con­fe­rir este belís­simo espe­tá­culo. A orga­ni­za­ção do evento estima atrair cerca de 10 mil pes­soas aos shows.

Nerdrops #7 — “Tão bom que nem o Nicolas Cage estraga”!

segunda-feira, agosto 17th, 2009

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Um pod­cast som­brio e tenso!

A sétima edi­ção tem uma dis­cus­são com Allan PoL­LaR, Gui­zaum, Luiz Sussi e Oli­ver Perez, que con­ver­sam sobre as notí­cias vin­das dire­ta­mente do mundo do entre­te­ni­mento entre os dias  10 a 14/08/2009.

Ao final desta edi­ção você deverá ter ciência:

  • “Qual con­vi­dado” tem sérios pro­blema envol­vendo gra­vi­dade e cabelo.
  • Qual apre­sen­ta­dor clas­si­fica tudo o que vê com as pala­vras “som­brio” e “tenso”.
  • Como con­tra­ba­lan­çar boas pro­du­ções cinematográficas.
  • Que ícone fale­cido deve encar­nar uma ver­são dife­rente de Bat­man nas telonas.
  • Que cor­re­dor da São Sil­ves­tre vai ter um remake.
  • Que brin­quedo deve virar filme de Hollywood.
  • Qual cena “tão polê­mica” de Family Guy foi ris­cada da grade de pro­gra­ma­ção da Fox.
  • Que con­trole faci­li­tará a vida de garo­tos revol­ta­dos com ten­dên­cias a inse­rir con­tro­les em cer­tas cavidades.
  • Quanto cus­tará um car­tão pos­tal envi­ado pelo iPhone aqui no Brasil.
  • O que é um MacGuffin.
  • O que fazer para ali­men­tar os hob­bits no Condado.

O que foi citado na lei­tura de e-mails:

Para com­ple­men­tar o que foi dito no programa:

Dura­ção: 71 minu­tos.

Con­tato:

E-mails com recla­ma­ções, suges­tões ou até elo­gios podem ser envi­a­dos para nerdrops@gmail.com.

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Especial - Michael Jackson - parte 2

quinta-feira, agosto 6th, 2009

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Você pode con­fe­rir há algu­mas sema­nas o iní­cio da tra­je­tó­ria do maior nome do mundo pop. Leia agora a segunda e con­clu­siva parte deste especial!

HIS­tory

Um dos pon­tos altos, no que diz res­peito ao mar­ke­ting, foi o álbum duplo HIS­tory, debu­tado no ano de 1995. O disco, lan­çado pela Sony, teve a maior cam­pa­nha publi­ci­tá­ria da his­tó­ria da música com o inves­ti­mento de 30 milhões de dóla­res! Foi algo gran­di­oso, massivo.

Prova é o vídeo de qua­tro minu­tos a qual Jack­son, acom­pa­nhado de sol­da­dos devi­da­mente tra­ja­dos, andam nas ruas fecha­das como uma parada mili­tar, tendo o astro ao cen­tro e os mili­ta­res mar­chando de forma core­o­gra­fada, batendo os pés e lite­ral­mente levan­tando a poeira, girando as cara­bi­nas, etc.

Um ver­da­deiro fre­nesi acon­tece na cidade de Mos­cou, na Rús­sia. Explo­sões, holo­fo­tes, gri­tos, his­te­ria pura, uma ado­ra­ção quase a uma figura que beira a dei­dade musi­cal. Fãs his­té­ri­cos em cada ponta, des­mai­ando, com pla­cas escri­tas ‘King of Pop’. Tudo isso ao mesmo tempo em que ocor­ria a cons­tru­ção de uma gran­di­osa ima­gem de metal do rei da música.

Ao cen­tro da cidade, uma gigan­tesca sur­presa. Todos olhando ao alto. Heli­cóp­te­ros sobre­vo­ando e ilu­mi­nando uma sur­presa que em breve é reve­lada. As cor­ti­nas caem segui­das de explo­sões. Era a ima­gem de Michael Jack­son, impo­nente, altiva, figura de ido­la­tria. Veja o vídeo abaixo:

Mas ape­sar de toda cam­pa­nha desen­vol­vida pela Sony, o álbum, musi­cal­mente falando, não tem tanto des­ta­que. As can­ções são boas, mas longe de mar­ca­rem como sucesso de outrora. Os sin­gles são Scream, They Don’t Care About Us, Strange in Mos­cow, You Are Not Alone, Childhood e Earth Song.

Em Scream, que é o vide­o­clipe mais caro do mundo (cerca de sete milhões de dóla­res!), acon­tece um dueto com Janet Jack­son. O vídeo é bem legal, em preto e branco passando-se den­tro de uma nave espa­cial com momen­tos bem legais, como ver a dupla em gra­vi­dade zero, jogando, dan­çando, enfim: obri­ga­tó­rio para os fãs. Para os mar­man­jos de plan­tão, Janet está mara­vi­lhosa no vídeo, com todo aquele couro aper­ta­di­nho, e em ótima sin­cro­nia com o irmão. Prova é a core­o­gra­fia vigorosa.

Uma rápida curi­o­si­dade são ima­gens de ani­mes. Michael Jack­son tinha um lado nerd!

Já a can­ção They Don’t Care About Us foi um marco na vida do can­tor, e espe­ci­fi­ca­mente para os fãs bra­si­lei­ros. A segunda ver­são se pas­sava numa peni­ten­ciá­ria ame­ri­cana, mas não fale­mos dela, e sim da rea­li­zada no Morro Dona Marta, no Rio de Janeiro, e em parte em Sal­va­dor, na Bahia.

Con­ve­nha­mos, não é todo dia que o maior astro da música pop mun­dial visita uma comu­ni­dade de um país em desen­vol­vi­mento, e de que­bra, grava um clipe diri­gido por nin­guém menos que Spike Lee!

A música, em minha opi­nião, é a que tem a melhor sono­ri­dade. Uma mis­tura do ritmo carac­te­rís­tico do can­tor com um plus: a batida fre­né­tica do Olo­dum. Impos­sí­vel não acom­pa­nhar com os pés o com­passo! Veja o vídeo aqui:

Stran­ger in Mos­cow é a can­ção mais rela­xante do álbum. Com uma batida bem carac­te­rís­tica, tem um efeito cal­mante, quase catár­tico, que expurga emo­ções laten­tes, mas é disso mesmo que se trata a can­ção. A letra fala sobre soli­dão em Mos­cou, tida como a cidade silenciosa.

O vídeo em PB tem efeito slow motion, e ganha força prin­ci­pal­mente quando a chuva cai nos per­so­na­gens, o café der­ra­mado no res­tau­rante, pom­bos voam e clo­ses no sem­blante triste dos habi­tan­tes da cidade, por exem­plo. Ape­sar da beleza plás­tica, há algo de melan­có­lico, o que, pes­so­al­mente, me inco­mo­dava um pouco.

Con­fira e tire suas conclusões:

You Are Not Alone. Esse sim deu o que falar. A come­çar sobre o casa­mento do Rei do Pop com a filha do Rei do Rock – Elvis Pres­ley que deve ter se revi­rado no túmulo -, Lisa Marie Pres­ley. Para mui­tos o casa­mento era de apa­rên­cias, uma forma de mar­ke­ting pessoal.

Para, diga­mos, pro­var que o envol­vi­mento era ver­da­deiro, foi gra­vado o clipe, que mos­tra uma grande inti­mi­dade entre os dois, além de cenas de nudez. Um fato é que neste vídeo não houve espaço para dan­ças, e o foco recai mais na melo­dia. O clipe mos­tra Michael can­tando num tea­tro, mas sem pla­téia, com ima­gens inter­ca­la­das do casal em momen­tos mais sen­su­ais. Lisa de cos­tas e sem camisa, ou com­ple­ta­mente nua, mas sem ocor­rên­cia de nudez fron­tal, com caras e bocas, mos­trando a sen­su­a­li­dade da can­tora. Ao final, ela se reve­lou pro­fun­da­mente arre­pen­dida de fazer tal vídeo.

Outro motivo de tanta con­tro­vér­sia é o fato do can­tor ser um anjo, uma ima­gem de ado­ra­ção. Mas isso rende muita dis­cus­são, que não cabe aqui falar. Vejam :

Childhood foi tema de Free Willy II e a letra fala por si só: infân­cia e tem­pos difí­ceis do can­tor. Uma can­ção triste, daque­las que se pula de faixa ao ouvir o CD. O clipe mos­tra o que seria bem um com­plexo de Peter Pan, com cri­an­ças em bar­cos à vela voa­do­res (men­ção ao uni­verso da Terra do Nunca, que dá nome à famosa pro­pri­e­dade do astro), além de falar das reta­li­a­ções que sofre pelo seu estilo de vida.

Ele diz na letra: “Antes de me jul­gar, tente me amar. Olhe den­tro de seu cora­ção e per­gunte ‘você viu a minha infân­cia’?… Tem sido meu des­tino com­pen­sar a infân­cia que eu nunca conheci…”

Con­fira:

Earth Song é uma daque­las can­ções huma­ni­tá­rias, como Man in The Mir­ror, Heal The World e do pro­jeto USA Africa, We Are The World. Belís­sima can­ção e o vídeo clipe tam­bém. Fala sobre des­ma­ta­mento, exter­mí­nio de ani­mais, guer­ras, enfim, fala de cau­sas ambi­en­tais e soci­ais. Basi­ca­mente a men­sa­gem é: Fo$@ com a natu­reza, e ela Fo$& dez vezes mais com você.

Vale muito a pena dar uma olhada:

Blood On The Dance Floor e Invincible

Infe­liz­mente os álbuns seguin­tes Blood On The Dance Floor e Invin­ci­ble não empla­ca­ram gran­des suces­sos, e para mui­tos (inclu­sive a mim para mim), aquilo foi o estalo de que Michael Jack­son que conhe­cía­mos não estava mais lá. Foi pre­ciso isso para crer que a car­reira tinha pra­ti­ca­mente encer­rado, quando mui­tos já acre­di­ta­vam nesse fato anos antes.

Na mesma época do álbum Blood On The Dance Floor, o lan­ça­mento do clipe You Rock My World. Houve a par­ti­ci­pa­ção do irri­tante Chris Tuc­ker (de A Hora do Rush), Billy Drago (eterno vilão de fil­mes B), e do ilus­trís­simo Mar­lon Brando como um che­fão do crime e ini­migo de Jack­son no vídeo e Michael Mad­sen de fil­mes como Cães de Alu­guel e Kill Bill Volume I e II. O clima lem­bra os gangs­ters dos anos 50 com as rou­pas, ambi­ente de casas notur­nas, pale­tós e cha­péus. As dan­ças são um prato cheio! Vejam:

Um mini filme de trinta e cinco minu­tos cha­mado Ghosts, uma espé­cie de relei­tura de Thril­ler, escrito por Stephen King e diri­gido por Stan Wins­ton foi rea­li­zado. Teve até mesmo estréias em cine­mas euro­peus, mas ape­sar dos nomes envol­vi­dos, nada houve que des­per­tasse o furor de outrora.

Assis­tam:

Últi­mos Trabalhos

Como forma de res­gate musi­cal, houve o lan­ça­mento do álbum come­mo­ra­tivo dos vinte e cinco anos de Thril­ler. Ver­sões remi­xa­das das fai­xas com­põem essa edi­ção. Há quem diga que algu­mas mudan­ças engran­de­ce­ram as can­ções. Con­fesso que não ouvi, e não tenho pressa em escu­tar. Chamem-me de qua­drado, anti­quado, mas esse sou eu, sem pressa de ouvir algo que estará lá me esperando.

Para come­mo­rar o ani­ver­sá­rio de 50 anos, a SonyBMG lança King Of Pop, mais uma cole­tâ­nea, e em seguida anun­cia a pro­gra­ma­ção de cinqüenta shows que teria iní­cio em 13 de julho de 2009, turnê essa cha­mada This Is It. As apre­sen­ta­ções seriam no O2 Arena, na Ingla­terra, Lon­dres. Cerca de 750 mil ingres­sos foram ven­di­dos em cinco horas ape­nas pela inter­net. O público acre­di­tava que Michael faria algo memo­rá­vel por mais uma vez.

Con­fi­ram dois vídeos de ensaios e audi­ções dessa última turnê:

Infe­liz­mente, com o trá­gico ocor­rido, a morte do ídolo de uma legião de fãs, impossibiliou-se o que seria o que eu e mui­tas pes­soas aguar­da­vam ansi­o­sa­mente: o ver­da­deiro retorno do maior astro em mega apresentações.

Ao decor­rer da vida do astro não fal­ta­ram espe­cu­la­ções, e como não pode­ria dei­xar de ser o mesmo em rela­ção ao fale­ci­mento. Não importa: mui­tos vão per­gun­tar a forma como ele mor­reu e a mídia fará sen­sa­ci­o­na­lismo, sempre!

Mas eu pre­firo lem­brar a forma como ele viveu inten­sa­mente nos pal­cos e men­sa­gens nas músi­cas. A ver­dade é única: MICHAEL JACKSON É FODA!

Vídeo | Michael Jackson’s Punch-Out! Pancadaria ao som de Pop

quinta-feira, julho 30th, 2009

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Mike L. May­fi­eld, dos cida­dãos conta a segu­rança dos ócu­los, teve a geni­osa idéia de criar uma ani­ma­ção do Rei do Pop em um novo Punch-Out!: Michael Jackson’s Punch-Out!

Na ani­ma­ção, ao invés de Lit­tle Mac, o luta­dor “bai­xi­nho” é o “ETERNO ESQUECIDO” Macau­lay Cul­kin, o Big Boss não é o King Hippo, mas sim o Rei do Pop Michael Jack­son. E não pense que você verá aquela figura gorda de bigode dizendo “3, 2, 1, FIGHT!” o juiz dessa vez é o pri­mata “Bub­ble the Chimp”.

Além de ver Michael Jack­son levando uma por­rada, você ainda tem o gos­ti­nho de sen­tir nova­mente a sen­sa­ção de jogar Myke Tyson’s Punch-Out!, sem dúvida um dos melho­res jogos do NES.

E não pode fal­tar o “Thril­ler”, ahh, vou parar de falar, vejam!

Ahh, como seria tão bom se fosse de verdade…

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Nerdrops #3 — Com a Lua na Coréia e o Mario com Sniper

segunda-feira, julho 20th, 2009

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Sau­da­ções, caros nerds! A ter­ceira edi­ção do Ner­drops vem che­gando com tudo, tra­zendo Ander­son Argen­toni, Gui­zaum, Luiz Sussi, André Majin e Slash/Rick (ambos do Nowlo­a­ding) con­versam sobre as notí­cias do ramo do entre­te­ni­mento que foram ao ar entre 13 a 17/07/2009.

Ao final desta edi­ção você saberá:

  • Qual inte­grante do pod­cast pas­sou por uma cirur­gia de mudança de sexo.
  • Que per­so­na­gem de filme infan­til teve um pas­sado negro.
  • Como dan­çar será útil nos sis­te­mas de segu­rança ban­cá­ria no futuro.
  • Que par­ti­ci­pante sabe como um iPhone pode ser con­for­tá­vel em orifícios.
  • Que ilus­tre ser humano deseja con­se­guir a incrí­vel marca de arrui­nar duas gera­ções de sua família!

Para com­ple­men­tar o que foi dito no programa:

Na lei­tura de e-mails:

Durante o programa:

Vídeo:

  • Coréia do Norte pla­ne­jando tra­zer a Lua para a Terra.

Dura­ção: 71 minu­tos.

Con­tato:

E-mails com recla­ma­ções, suges­tões, elo­gios, can­ta­das e ame­a­ças de morte ou casa­mento podem ser envi­a­das para nerdrops@gmail.com.

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O legado gamer inigualável de Michael Jackson

quinta-feira, julho 9th, 2009

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Estava sen­tado em minha cama, há duas sema­nas, lendo, quando minha noiva me ligou, dizendo “Michael Jack­son mor­reu”. Con­fesso que minha rea­ção foi de espanto, como tam­bém de uma certa tris­teza, afi­nal, mais um ícone da minha infân­cia “oiten­tista” havia ido embora, e tal­vez uma das mais influ­en­tes. Com cer­teza, a mai­o­ria dos fãs ou ex-fãs não pen­sa­ram em todas as con­tro­vér­sias que cer­ca­ram sua vida nos últi­mos anos.

Agora, quando penso em Michael, não vou pen­sar em pro­ces­sos ou acu­sa­ções ou cirur­gias cos­mé­ti­cas desas­tro­sas. Não penso em entre­vis­tas estra­nhas ou esque­le­tos de homem ele­fante ou câma­ras hiper­bá­ri­cas de sono ou irres­pon­sa­bi­li­dade com bebês ou qual­quer outra coisa bizarra que trans­for­mou aquele homem em uma piada, um show de hor­ro­res. Não! A pri­meira coisa que vem à mente quando penso em Michael Jack­son é o gigan­tesco sucesso que ele fazia quando eu era pequeno. Ele era uma ins­ti­tui­ção, um homem cuja ima­gem e música eram inex­pli­cá­veis na década de 80. Ele per­tence ao mesmo pata­mar de Star Wars, G.I Joe, e , sim, Pac-Man.

Para mim, a ver­da­deira con­tri­bui­ção de Michael com games não veio na forma dele estre­lando Moonwal­ker ou suas con­tri­bui­ções musi­cais para Sonic 3. Não. Como todas as coi­sas que lem­bra­mos melhor, seu maior impacto em games era mais efêmero.

É pos­sí­vel que seu nave­ga­dor não suporte a exi­bi­ção desta ima­gem. Michael era um gigante comer­cial que bri­lhava ao mesmo tempo que os vide­o­ga­mes, e o que mais me ataca sobre a morte dele é que marca outro pedaço da cul­tura Arcade que foi per­dido para sem­pre. Para qual­quer um cres­cendo entre a década de 80 e 90, a música de Michael Jack­son (espe­ci­al­mente, todos os hits de Thril­ler) se tor­na­ram tri­lha sonora para ir aos fli­pe­ra­mas. Se você esti­vesse jogando Moon Patrol ou Dragon’s Lair, as chan­ces eram gran­des de que “Wanna Be Star­tin’ Something” estar tocando ao fundo.

A popu­la­ri­dade de Jack­son era tanta, que sua influên­cia per­meou o mundo gamer da época, tanto atra­vés do seu envol­vi­mento direto, suas com­po­si­ções musi­cais, ou suas peque­nas sáti­ras. Ainda, o que mais lem­bro sobre ele é que sua música se tor­nou um com­po­nente essen­cial da tex­tura dos arca­des de Sonic, junto com um Pac-Man a beira da morte, ou a fase ini­cial da Galaga. Seu lugar na his­tó­ria gamer é a incu­ba­dora que ele pro­veu para milhões de cri­an­ças da época, inclu­sive eu.

Na semana retra­sada, um dos mai­o­res íco­nes da minha infân­cia mor­reu, e isso é uma ver­da­deira pena.

Especial — Michael Jackson — parte 1

quinta-feira, julho 9th, 2009

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Eis aqui uma árdua tarefa: escre­ver sobre o maior astro da música pop mun­dial, Michael Jackson.

Declaro que sou fã con­fesso do tra­ba­lho dele. Para mim, espe­ci­al­mente na minha infân­cia, não se tra­tava ape­nas de um artista, mas parte da minha exis­tên­cia, assim como de mui­tas pes­soas ao redor do globo.

Em 1958, em Gary, Indi­ana, nas­cera Michael Joseph Jack­son, homem que tal­vez esti­vesse pre­des­ti­nado a mudar a vida de mui­tos pelo dom da pala­vra, por meio de suas com­po­si­ções que atin­giam o cerne da alma humana, e influ­en­ciar musi­cal­mente um gran­di­oso número de artistas.

Click to con­ti­nue rea­ding “Espe­cial  —  Michael Jack­son  —  parte 1″

Nerdrops #1 — A evolução, os ídolos e os vilões

segunda-feira, julho 6th, 2009

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É com muita ale­gria que tra­ze­mos até vocês a pri­meira edi­ção do Ner­drops! Neste pro­grama, Allan Pol­lar, Gui­zaum (gra­vando dire­ta­mente do palco de  algum con­flito armado), Luiz Sussi (exci­ta­dís­simo) e Tato Tar­can (weRgeeks.net) dis­cu­tem mui­tas das notí­cias do mundo do entre­te­ni­mento no período de 29/06 a 03/07/2009.

Ao final desta edi­ção você deverá saber:

  • Que filme revo­lu­ci­o­nará o cinema com a téc­nica “Fast Foward”.
  • Que bru­xi­nha des­perta os sen­ti­men­tos pater­nais (ou não) de Tar­can, que aliás anda mais famoso do que nunca.
  • Qual filme dá direito a dois “continues”.
  • Quem é o (não) inte­grante do pod­cast que tem pro­ble­mas com tecnologia.

Além de vários outros absurdos!

Para com­ple­men­tar o podcast:

  • Fotos da Hay­den Panet­ti­ere de biquini: 1, 2, 3, 4 e 5

Dura­ção: 46 minu­tos.

Con­tato:

E-mails com recla­ma­ções, suges­tões, elo­gios e ame­a­ças de morte podem ser envi­a­das para nerdrops@gmail.com.

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