Posts com a Tag ‘Nintendo’

Nerdrops #31 — Lampião Verde Vs. Sinistro

segunda-feira, fevereiro 15th, 2010

O Ner­drops edi­ção 31 chega com mais de uma hora e meia de muita infor­ma­ção nerd e atual, tra­zendo os abi­lo­la­dos Allan PoL­LaR, Gui­zaum, Luiz Sussi e Oli­ver Perez, em con­luio com Aline “Doji” Viana, Hen­ri­que Lacerda e Rodrigo do Quarto Sinis­tro (Jeri­mum Beta e Rock 30), comen­tando as notí­cias do mundo do entre­te­ni­mento que foram ao ar entre os dias 8 e 12 de feve­reiro, com irre­ve­rên­cia e bom humor.

Con­fira neste cast:

  • Qual inte­grante do Ner­drops gosta do Jar Jar Binks.
  • Em pri­meira mão, o curso lan­çado e minis­trado por Oli­ver Perez.
  • Qual ner­dro­per fica ner­voso quando dizem que ele gosta de qual­quer coisa.
  • Como Geni­val Lacerda nar­ra­ria uma notí­cia do Lan­terna Verde.
  • De que maneira os core­a­nos estão assis­tindo filmes.
  • Qual a saída da Nin­tendo para não ficar para trás.

Com­ple­men­tando o que foi dito na lei­tura de e-mails:

Com­ple­men­tando o que foi dito no programa:

Emails com recla­ma­ções, suges­tões, elo­gios e dicas de even­tos para nerdrops@gmail.com ou nerdrops@nerdrops.com

 
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Nerdrops #21 — Entre russos terroristas e pombas explosivas!

segunda-feira, novembro 23rd, 2009

nerdrops-21

L.D.B.N nerds!

Nesse sucinto epi­só­dio Gui­zaum, Oli­ver Perez e os con­vi­da­dos KellXD ( Action Nerds) e Edu­ardo Rurou­nikz ( Anda­ri­lho KZ e Jipe pod­cast) deba­tem sobre as notí­cias do mundo do cinema, tv, games entre outros assun­tos do mundo entre­te­ni­mento que rola­ram no período de 16 à 20/11/09.

Entre outras infor­ma­ções, até o fim desse cast você terá a luz pra as dúvi­das las­ci­nan­tes que per­me­a­vam os seus pen­sa­men­tos como:

  • Quem é o maior fun­keiro de São Ber­nardo dos Campos.
  • Qual inte­grante uti­liza pos­te­res e um guarda-roupas para segu­rar as pare­des da sua casa no lugar.
  • Como fazer uma piada velha se encai­xar em um remake novo.
  • Por quê a ban­deira da “Mãe Rús­sia” é vermelha.
  • Que filme será feito pelo ponto de vista de quem morreu.
  • Que inven­ção é tão resis­tente que segura até pom­bos kami­kaze explosivos.

Para com­ple­men­tar o que foi dito no programa:

Email com recla­ma­ções, suges­tões, elo­gios e dicas de even­tos para nerdrops@gmail.com ou nerdrops@nerdrops.com.

 
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A durabilidade dos consoles Next Gen

quarta-feira, outubro 28th, 2009

ilustracao_durabilidade_consoles

Essa semana eu pas­sei por uma situ­a­ção ater­ro­ri­za­dora por todos os gamers: jogando inFa­mous (para pre­pa­rar o review “GameON” para o Dia de Gamer), o jogo come­çou a pico­tar e a tra­var seri­a­mente, até que o vide­o­game pis­cou as luzes, e des­li­gou (tudo isso em ques­tão de segun­dos). Eu podia jurar ter visto uma luz ama­rela, que para os donos de PS3 sig­ni­fica a mesma coisa que as 3 luzes ver­me­lhas para os donos de XBox 360, e o deses­pero bateu. E forte.

Repa­rei que o PS3 estava um pouco quente (eufe­mismo mode on), e dei­xei ele esfriar bas­tante até ten­tar ligar de novo e veri­fi­car se estava tudo bem. Ao que parece, sim: o game rodou de novo, o que sig­ni­fica que o canhão está ok, mas a pre­o­cu­pa­ção com o calor do vide­o­game ainda per­siste (afi­nal, aqui no Rio de Janeiro, inverno rigo­roso sig­ni­fica 15 graus!). Vou rever o meu sis­tema de coo­ler e apli­car alguns conhe­ci­men­tos da minha facul­dade de Engenharia!

Ou não…

Depois de pas­sada esta situ­a­ção, come­cei a pen­sar numa recla­ma­ção cons­tante dos donos de vide­o­ga­mes de nova gera­ção: a dura­bi­li­dade dos apa­re­lhos da nova gera­ção, prin­ci­pal­mente por causa dos pre­ços que são cobra­dos por eles.

wii

Nin­tendo Wii: livre da sina?!

Os donos de Nin­tendo Wii se sal­vam bem nesse que­sito, por­que é um apa­re­lho que nem sofre de aque­ci­mento, e o seu preço é bem razoável.

Mas aque­les que optam pelo XBox ou pelo PS3 tem essa pre­o­cu­pa­ção em mente toda vez que vão jogar. No apa­re­lho da Micro­soft, as recla­ma­ções são constantes.

Vários sites espe­ci­a­li­za­dos cri­ti­cam a arqui­te­tura do con­sole que favo­rece o supe­ra­que­ci­mento, e em outros fóruns as pes­soas dis­cu­tem gam­bi­ar­ras para evi­tar que o sis­tema sina­lize as famo­sas “3 luzes ver­me­lhas da morte”, que acon­te­cem quando um dos com­po­nen­tes supe­ra­que­cem a ponto de entra­rem em curto, e queimarem.

A Micro­soft se defende dizendo que, nos mode­los mais recen­tes, essa falha foi cor­ri­gida, mas o número de recla­ma­ções sobre as “3RL” não diminuiu.

Quem opta pelo con­sole da Sony, paga um preço ainda muito alto, mas pelo menos tem menor pro­ba­bi­li­dade de encon­trar este tipo de pro­ble­mas usando o con­sole (a minha sorte deve ter baixo HP!). A Sony publi­cou um docu­mento na época do lan­ça­mento do PS3 afir­mando que os mode­los do seu hard­ware pas­sam por tes­tes rigo­ro­sos de tem­pe­ra­tura e dura­bi­li­dade, mas todos sabe­mos que nenhum con­sole é indestrutível.

Por que os vide­o­ga­mes são lan­ça­dos no mer­cado se mos­tram essas falhas cla­ras de aque­ci­mento? A res­posta é até conhecida.

3rl

As famo­sas 3 Red Lights da caixa da Microsoft

Vide­o­ga­mes de nova gera­ção (nota­da­mente o XBox e o PS3) apos­tam alto em fun­ções grá­fi­cas e pre­ci­sam de um potente pro­ces­sa­dor para levar ao game tudo o que foi pro­gra­mado. Ou seja, o con­sole é a jun­ção de duas peças prin­ci­pais muito poten­tes que des­pren­dem muito calor, devido ao trá­fego de infor­ma­ções (entenda-se cor­rente elé­trica) den­tro des­sas uni­da­des durante seu fun­ci­o­na­mento. E aí para res­friar o vide­o­game até o neces­sá­rio, o con­sole teria que ser quase 50% maior. Alguns já recla­mam do tama­nho do PS3 por exem­plo, e ima­gi­nar um vide­o­game maior e mais pesado do que aquele real­mente fica­ria estranho.

E se por acaso a Micro­soft alte­rasse dras­ti­ca­mente o seu con­sole atual, a fim de criar um sis­tema de refri­ge­ra­ção melhor, os donos do 360 ori­gi­nal se sen­ti­riam lesa­dos, e pode­riam entu­pir a jus­tiça com pedi­dos de recall ou res­sar­ci­mento. E a ima­gem da Micro­soft fica­ria man­chada (mais) um pouco.

Nes­sas horas eu fico sau­do­sista com o meu antigo Mas­ter Sys­tem modelo II, aquele ver­me­lho, por­que ficou comigo por mais de 7 anos e que só no fim da sua vida apre­sen­tou um pro­blema (o vide­o­game per­dia a cor, os jogos fica­vam em cinza, enquanto que a TV con­ti­nu­ava colo­rida em outros canais).

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PS3 Slim

A solu­ção ideal seria remo­de­lar os con­so­les atu­ais a fim de cor­ri­gir todos os pro­ble­mas ou recla­ma­ções, algo como a Sony fez ao lan­çar o PS3 Slim. Mas para que seja o melhor dos mun­dos, o PS3 Slim não pode seguir o exem­plo do seu irmão da gera­ção ante­rior, o PS2 Slim que apre­sen­tava mais pro­ble­mas de aque­ci­mento do que o PS2 original.

É certo que uma das mudan­ças anun­ci­a­das pela Sony no lan­ça­mento do seu novo modelo foi a dimi­nui­ção de uni­da­des pro­ces­sa­do­ras auxi­li­a­res, ati­tude que ajuda a evi­tar um aque­ci­mento na CPU, mas ainda é cedo para ava­liar se tal medida real­mente sur­tiu efeito. Tomara que a Sony acerte com o seu Slim, e resta espe­rar para que a Micro­soft anun­cie alguma boa solu­ção para o pro­blema de seu con­sole, sem esque­cer daque­les que já tem o atual.

Vídeo | Pedido de casamento com Super Mario World

quarta-feira, outubro 28th, 2009

Ah, o amor é uma coisa linda, e quando o amor vem de dois nerds apaixonados…

Um dos vídeos mais “cuti-cuti” do momento é a pro­posta de casa­mento usando a ajuda de nosso cama­ri­di­nha mais gordo e mais style da Nin­tendo, o for­mi­dá­vel Mario.

O rapaz usou o Super Mario World, com algu­mas modi­fi­ca­ções, para pedir sua esposa em casa­mento. Se o vídeo é ver­da­deiro, que eu acho pouco pro­vá­vel, eu não sei, mas real­mente ficou bem interessante.

Vejam o vídeo e emocionem-se!

Daqui a alguns anos eu vou pedir minha namo­rada em casa­mento e o esquema será o seguinte:

  • Usa­rei o Mor­tal Kom­bat 3 como estratégia.
  • Convidarei-a para uma partida
  • Irei per­der propositalmente
  • Quando dis­ser “Finish Him!”, eu modi­fi­ca­rei para “Marry him!”
  • Ela dirá sim e então o Shao Khan dirá “Married!”

Vídeo | Os 10 piores jogos do Mario

terça-feira, setembro 22nd, 2009

Que Super Mario World revo­lu­ci­o­nou o SNES todo mundo Já sabe, mas o que nem todo mundo sabe é que o Mario pos­sui um pas­sado negro de games que para alguns é ver­go­nhoso ser fã de um cara tão maneiro como ele, mas com jogos tão deprimentes.

O que o Ner­drops traz para você agora são os 10 Pio­res jogos fei­tos do Mario, mas sabe, é difí­cil de acreditar.

Tudo bem Bigo­dudo, eu sei que você sem­pre nos quis ensi­nar coi­sas, mas agora, ensi­nar a dati­lo­gra­far já é demais, não é?

Bem, a idéia do vídeo é de um ame­ri­cano, mas como ficava aquele papo em inglês o tempo todo, um bra­si­leiro optou por fazer o vídeo com uma dubla­gem em por­tu­guês, o que tor­nou o vídeo mais acessível.

Vejam.

Dios Mio!

Os mascotes dos anos 90

quinta-feira, agosto 20th, 2009

ilustracao_mascotes_anos90

Todo mundo conhece essa his­tó­ria: nos anos 90, a Sega e a Nin­tendo bri­ga­vam pau a pau pela hege­mo­nia nos con­so­les, dis­pu­tando lan­ça­men­tos exclu­si­vos, que agra­da­vam seus fiéis con­su­mi­do­res e ata­za­nava a vida dos que esco­lhe­ram o outro sis­tema. Nessa época, os mas­co­tes tinham um lugar garan­tido no hall de entrada das sedes des­tas cor­po­ra­ções. Mario, do lado da Nin­tendo, e Sonic, do lado da Sega.

Valia tudo: games (lógico!), cami­se­tas, brin­que­dos, action figu­res, qua­dri­nhos, mangá (já que as duas empre­sas eram japo­ne­sas), entre outras bugi­gan­gas. Aquele enca­na­dor repre­sen­tava todo um impé­rio nipô­nico, enquanto que o porco espi­nho azul era o rebelde que desa­fi­ava a hege­mo­nia do sistema.

mascote_mario_1Pouca gente sabe, mas o nome Mario sur­giu como uma home­na­gem ao senho­rio do escri­tó­rio da Nin­tendo no Japão, que se cha­mava Mario Segalli. O nome ori­gi­nal do per­so­na­gem era Jump­man, devido ao fato de que, em seu pri­meiro jogo, ele pulava bar­ris, pulava de nível em nível até che­gar no Don­key Kong, que havia seqües­trado a sua namo­rada Pau­line, e pulava na cabeça dele. Para o per­so­na­gem ganhar o nome de “Jump­man” foi um pulo (!). Ok, seguindo em frente…

Outro deta­lhe, ori­gi­nal­mente ele era desig­nado como um car­pin­teiro, e não enca­na­dor. A mudança na pro­fis­são se deu quando foi ela­bo­rada uma his­tó­ria mais pro­funda sobre o per­so­na­gem, acrescentou-se o seu irmão Luigi, e eles se muda­ram para o Bro­o­klin. Um belo dia, ao ten­tar con­ser­tar o enca­na­mento de seu apar­ta­mento, eles foram suga­dos para o Reino dos Cogu­me­los, conhe­ce­ram os outros per­so­na­gens do lado de lá, e ganha­ram per­mis­são para ir e vol­tar do Reino para o Bro­o­klin quando quisessem.

mascote_sonic_1Com Sonic, a coisa foi um pouco dife­rente. Ele não foi acla­mado com o tempo, mas sim cri­ado para ser “O” mas­cote da Sega. Ante­rior a ele, havia o Alex Kidd, mas esse não empla­cou muito no gosto dos joga­do­res da época. Deve ser a razão des­pro­por­ci­o­nal entre sua cabeça e sua mão.

Sonic foi cri­ado sob o pedido da Sega para o time AM-8 (atual Sonic Team) que cri­asse um jogo que supe­rasse a marca de um milhão de cópias. Sim­ples assim. Várias con­cep­ções foram cri­a­das, inclu­sive com o Sonic sendo um cachorro, um tatu (!) e uma hiena (!!). O esco­lhido foi um porco espi­nho, mas no Japão ele é tra­tado como sendo um ouriço.

A recep­ção ao Sonic foi muito boa, e a pro­messa do “1 milhão de jogos ven­di­dos” foi cum­prida. Sonic era, assim como o Mário, um per­so­na­gem cati­vante, e melhor ainda, com um jogo envol­vente e vici­ante. A Sega tinha o seu mascote.

mascote_mario_2E o tempo pas­sou. Vari­a­ções de jogos usando estes dois per­so­na­gens foram cri­a­dos, mas indis­cu­ti­vel­mente sou­be­ram usar o Mario melhor do que o Sonic. Mario Kart, Maior Party, Mario Golf, Mario Paint, pra­ti­ca­mente “Mario Qualquer-Coisa” pode­ria ser cri­ado. Enquanto isso insis­tiam na idéia de que o Sonic deve­ria man­ter a sua linha “para frente e avante”. Isso fez com que os joga­do­res tives­sem sem­pre jogos de cor­rida atre­la­dos ao Sonic, cri­ando uma asso­ci­a­ção quase obri­ga­tó­ria, enquanto Mario era mais livre para apa­re­cer em qual­quer jogo.

Outro fator impor­tante foi uma mudança no pró­prio Sonic. Nos seus pri­mei­ros jogos, ele tinha um look enfe­zado, que­rendo cor­rer, recla­mando quando o joga­dor demo­rava em tomar alguma ação no con­trole. Dava um aspecto mais radi­cal, rebelde pro porco espi­nho, e isso agra­dava às cri­an­ças e ado­les­cen­tes que joga­vam. Até que deram a pos­si­bi­li­dade do Sonic falar. Boa parte do carisma caiu por terra, já que ele saiu da linha “pouco papo, muita ação”.

mascote_sonic_2Além disso, a Sega exa­ge­rou em dizer que Sonic era rápido. Nos pri­mei­ros jogos, você tinha a per­feita noção de “ace­le­ra­ção”. Pri­meiro anda, depois corre, depois voa, e não para até o fim da fase. Nos últi­mos jogos que joguei, como o Sonic Heroes do PS2, mal aper­tava o dire­ci­o­nal, e o jogo já estava com o cená­rio bor­rado pas­sando em velocidade-luz. Isso até que foi cor­ri­gido nos jogos mais recen­tes, mas o estrago de déca­das já estava feito. Até a Sega se ren­der e lar­gar o páreo.

Sonic então virou um mas­cote sem estan­darte, um mero per­so­na­gem que ainda tem for­ças para lan­çar um jogo com o seu nome, ape­nas anda sem um jogo à altura que repre­sente a sua ima­gem. Resta a espe­rança de que a Sonic Team (que virou uma filial da Sega Soft­ware) recu­pere os “bons modos”, e faça um jogo sim­ples, diver­tido, e sem fres­cu­ras. É só isso o que os fãs querem.

Enquanto isso, Mario con­ti­nua firme. Mais de 17 atu­a­ções dife­ren­tes em mais de uma cen­tena de jogos (como super herói, médico, pin­tor, cozi­nheiro, juiz de boxe, dan­ça­rino, luta­dor e piloto), mascote_mario_sonicpre­sente em cami­se­tas, cane­cas, pen dri­ves, livros, revis­tas, bolo de ani­ver­sá­rio, bolo de casa­mento e em quase tudo que possa ser vendido.

É uma repu­ta­ção admi­rá­vel, até por­que hoje não existe mais esse con­ceito de empresa e mas­cote. Com a ter­cei­ri­za­ção da pro­du­ção dos jogos, inú­me­ros per­so­na­gens foram cri­a­dos, e essa neces­si­dade se difundiu.

E o Mário con­se­guiu se man­ter como o rei da Nin­tendo por mais de 20 anos.

A Era de Ouro dos Cartuchos

quinta-feira, julho 23rd, 2009

console_atariQuem está che­gando hoje à casa dos 30, par­ti­ci­pou de um movi­mento inte­res­sante em games quando era cri­ança ou ado­les­cente: a era de ouro dos car­tu­chos (e suas loca­do­ras). Atari, Mas­ter Sys­tem, Nin­tendo 8 bits, Mega Drive, Super Nin­tendo e Nin­tendo 64 foram alguns dos vide­o­ga­mes que se uti­li­za­ram dessa mídia hoje muito ultra­pas­sada, mas que sur­giu pra­ti­ca­mente com os vide­o­ga­mes e foi a cobiça de todos os joga­do­res durante aquele tempo.

cartuchos_atariVocê deve saber do que eu estou falando: sexta à tarde, ou sábado de manhã era dia de ir à loca­dora do seu bairro, entrar no meio dos car­tu­chos e pegar aquele jogo que você ouviu falar na escola e que ficou curi­oso para tes­tar tam­bém. Naquela época, a inter­net nem era lá gran­des coi­sas ainda, prin­ci­pal­mente no iní­cio dos anos 90, e pou­cas pes­soas pode­ria ter o review de algum jogo sem real­mente tes­tar. No máximo, alguma revista de games da época fala­ria sobre o jogo que você quer.

Com­prar os car­tu­chos tam­bém era um aspecto a se ava­liar, por­que a falta de acesso às infor­ma­ções pode­ria des­mo­ti­var o joga­dor a gas­tar a sua grana com um jogo sem saber seus deta­lhes. Claro, quem tinha dinheiro com­prava, mas a frus­ta­ção do game ser ruim era a mesma.

console_nintendoMas em geral, o esquema era ir à loca­dora, alu­gar a “fita”, e cor­rer­mos eufó­ri­cos para casa, para come­çar a jogar. Naquele tempo, o final de semana pare­cia cor­rer mais rápido que os dias de semana (e ainda parece), então era o tudo ou nada para “zerar”, “fechar” ou “virar” o jogo antes de devol­ver na segunda-feira.

Invo­lun­ta­ri­a­mente, isso até ser­viu como uma espé­cie de ”trei­na­mento” para os gamers atu­ais, que desen­vol­ve­ram algu­mas habi­li­da­des em “ler” o que o jogo estava que­rendo que você fizesse, para que na pró­xima semana pudés­se­mos che­gar mais longe nesse ou em outro jogo…

console_master_systemSe você che­gar a uma porta tran­cada, não pre­cisa nem ler os tex­tos em inglês pra saber que alguma chave está escon­dida em algum lugar naquela fase. E no pró­ximo jogo que fosse pare­cido com esse, você já ia ficar atento sobre alguma chave, antes que encon­trasse qual­quer porta.

E quando a “fita” que você que­ria já estava com todas as cópias alu­ga­das? Isso che­gou a acon­te­cer algu­mas vezes comigo, mas a loca­dora que eu freqüen­tava tinha bas­tan­tes opções, além de uma alter­na­tiva: algu­mas “cabi­nes” (com TV e con­sole) e alguns jogos que não pode­riam ser alu­ga­dos, e você pagava pra jogar por hora.

console_snesNão ser­via muito ao meu pro­pó­sito, pois sem­pre enca­rei os jogos como mis­sões a serem ter­mi­na­das, e jogar 1 hora não dava tempo sufi­ci­ente para ter­mi­nar o jogo. Mas para quem gos­tava de jogos de cor­rida, fute­bol, ou outros espor­tes em geral, era um prato cheio.

Após o lan­ça­mento do Plays­ta­tion, do Saturn e do Dre­am­cast, o car­tu­cho teve a sua morte decre­tada, prin­ci­pal­mente por causa da falta de capa­ci­dade em arma­ze­nar os dados cada vez mai­o­res dos jogos.

console_mega_drivePara que desse o pró­ximo passo evo­lu­tivo, sacri­fí­cios tinham de ser fei­tos, e o car­tu­cho dava seus sinais de esgo­ta­mento, sem con­tar que as novas mídias tra­ta­vam a inte­ra­ção entre áudio, vídeo e dados de uma maneira mais dinâ­mica e mais sim­ples de pro­gra­mar. É, os car­tu­chos teriam que dar a vez para novas mídias.

Mas para aque­les que par­ti­ci­pa­ram desse movi­mento, os car­tu­chos terão sem­pre um lugar reser­vado na estante da memória.

Super Mario Bros. e Nintendo: uma relação de amor

quarta-feira, julho 15th, 2009

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Os dois enca­na­do­res mais sim­pá­ti­cos de toda a “galá­xia” são ofi­ci­al­mente os “garo­tos pro­pa­ganda” da Nin­tendo. A Nin­tendo e os Irmãos Mario têm um extrema rela­ção de amor, afei­ção e de lucros. Quando a Nin­tendo lan­çou o NES jun­ta­mente com o Super Mario Brothers, foi uma com­pleta revo­lu­ção no ramo gamís­tico fazendo com que a Nin­tendo se tor­nasse uma empresa extre­ma­mente reco­nhe­cida e gerando lucros a cada minuto.

Como se não bas­tasse a venda dos con­so­les e dos jogos, vários outros pro­du­tos como bone­cos, rou­pas, aces­só­rios e etc, fize­ram com que cada vez mais os irmãos Marios se tor­nas­sem um grande sím­bolo. Hoje, mui­tas pes­soas conhe­cem a Nin­tendo ou pelo menos já ouvi­ram falar de “Mario”, mas será que quando a “Febre Mario” esto­rou, os Che­fões da Nin­tendo esta­vam pre­pa­ra­dos para o tama­nho poder que isto pode­ria acar­re­tar à eles?

O vídeo abaixo é uma maté­ria de Bill O’Reilly, um jor­na­lista ame­rica famoso tanto quanto o Wil­liam Boner para nós bra­si­lei­ros, que em 1988 fez uma maté­ria para um jor­nal tele­vi­sivo onde tra­ba­lhava sobre a estréia de Mario no mer­cado. Infe­liz­mente o vídeo não pos­sui legen­das e é total­mente em inglês, mas os lei­gos em inglês não se pre­o­cu­pem: a onda de nos­tal­gia, de lem­bran­ças, de um bom tempo tra­du­zem o que vocês pre­ci­sam ouvir e sentir.

Vejam:

Ah, essa nos­tal­gia ainda me mata!

Vídeo | Vídeo Promocional de Punch-Out! Wii

quarta-feira, julho 1st, 2009

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Os vídeos pro­mo­ci­o­nais des­per­tam ou não a nossa curi­o­si­dade e ansiedade.

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Mike Tyson’s Punch Out: pan­ca­da­ria no NES

Quem se lem­bra de Mike Tyson’s Punch-Out!! do Clás­sico NES? Cer­ta­mente quem tem mais idade já deve ter jogado, mas a sen­sa­ção de jogar em um Nin­tendo Wii usando o Wii­Mote + Nun­chuck é bem melhor! Tudo se torna muito mais divertido!

A “Nin­tendo Movies Enter­tain­ment” pro­du­ziu o vídeo pro­mo­ci­o­nal do novo Puch-Out! Wii, con­tando a his­tó­ria do Lit­tle Mac após ter sido der­ro­tado por King Hippo em busca de pre­paro físico para bater o gran­da­lhão numa linda “Vingança”.

Vejam!

O Futuro dos Videogames depois da E3 2009

sexta-feira, junho 19th, 2009

Grá­fico x Joga­bi­li­dade: o que vencerá?

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